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Cooptadas pela ignorância

Cooptadas pela ignorância


A intolerância dos novos movimentos sociais mostra como o ódio, cego e irracional, ainda é a base do comunismo


Não é – ou, pelo menos, não deveria ser – novidade para ninguém que os novos movimentos sociais, conhecidos por sua aparente luta por "tolerância", "diversidade" e "respeito à diferença", surgiram na linha de uma tradição de pensamento marxista, que substituiu, nas últimas décadas, a guerrilha armada pela guerra de ideias. Uma ótima introdução ao assunto é o curso "Revolução e Marxismo Cultural". Em suma, as categorias concebidas por Marx para o campo econômico foram transferidas para o terreno cultural: a "luta de classes", que se limitava a um choque entre a burguesia e o proletariado, hoje, arma todas as pessoas contra as outras – mulheres contra homens, negros contra brancos, filhos contra pais etc. Nunca o conselho do líder socialista Vladimir Lênin foi seguido tão à risca: "Precisamos odiar. O ódio é a base do comunismo. As crianças devem ser ensinadas a odiar seus pais se eles não são comunistas".
No entanto, para conquistar seus intentos, as mentes destes movimentos precisam contar com uma grande massa de pessoas que, no fundo, não conhece nem a origem nem o objetivo real da causa pela qual tão cegamente milita. É um grupo apelidado gentilmente de "idiotas úteis".Incapaz de ter um pensamento próprio ou de opor resistência à ideologia reinante, filia-se a uma associação de inspiração política ou social pelo simples sentimento de pertencer a um grupo, independentemente da veracidade das ideias que este adota.
É difícil saber se Inna Schevchenko – a ativista do Femen que protestou, nua, na praça de São Pedro, dizendo que o "o Natal foi cancelado" – é ou não uma dessas "idiotas úteis". Também não é possível dizer que a jovem Josephine Witt – também ativista do Femen, que invadiu a Catedral de Colônia durante a Missa matutina de Natal e subiu nua ao altar, com a inscrição "eu sou deus" – não sabia o que estava fazendo.
A lógica por trás destes protestos criminosos, no entanto, revela não só a face demoníaca dos "novos revolucionários", como o profundo desconhecimento do verdadeiro rosto da Igreja.Muitas mulheres entram no movimento feminista convencidas com o discurso mentiroso de que o Cristianismo ou não lhes deu suficiente espaço na sociedade ou sempre as oprimiu, impiedosamente.
Nada é mais falso. Com o florescimento da religião cristã, a mulher passou a ser tratada com decoro e dignidade – o extremo oposto do lugar a que a Antiguidade a tinha relegado. A figura feminina do Império Romano outra posição não tinha conhecido senão a de subjugo e humilhação, vítima que era da poligamia, do divórcio fácil e do próprio infanticídio.
De fato, em qual ambiente da Grécia ou da Roma Antiga poder-se-ia imaginar uma mulher regendo um império, como aconteceu na Idade Média, com não poucas delas chegando inclusive à honra dos altares? Em qual sociedade antiga uma mulher se entregou à vida intelectual a ponto de imitar a magnitude de uma Hildegarda de Bingen ou de uma Teresa de Ávila?
Por essas e outras, é preciso concordar com Dom Aquino Corrêa que:
"A mulher em si mesma (...) nunca foi tão exaltada como no cristianismo. Dir-se-ia até que o foi mais do que o homem, não só porque Jesus a encontrara mais aviltada, e a tomou de mais baixo, como também porque, pela apoteose incomparável de Maria Santíssima, colocou uma simples mulher em culminâncias inatingíveis a nenhuma outra criatura humana."
A invasão de templos e a profanação de cultos religiosos por ativistas ilustram até onde pode chegar o homem quando se afasta de Deus. E como é forte a ignorância de quem, para defender a "liberdade", ataca a instituição e o patrimônio que forjaram a civilização ocidental. Como dizia o venerável arcebispo Fulton Sheen, "não existem cem pessoas que odeiam a Igreja Católica, mas existem milhões que odeiam aquilo que pensam ser a Igreja Católica".

Por Equipe Christo Nihil Praeponere



Porta dos fundos e a afronta ao Cristianismo


Sagrada Liturgia

A grandeza na Liturgia aponta para a Beleza de Deus

Os sinais externos da sagrada Liturgia não são um insulto à pobreza material dos filhos da Igreja, mas um incentivo à piedade dos fiéis


O venerável Papa Pio XII, em sua encíclica sobre a sagrada Liturgia, explicava que "todo o conjunto do culto que a Igreja rende a Deus deve ser interno e externo". Esta realidade decorre da própria constituição humana, ao mesmo tempo física e espiritual, e da vontade do Senhor, que "dispõe que pelo conhecimento das coisas visíveis sejamos atraídos ao amor das invisíveis".

Este ensinamento explica porque os atos litúrgicos da Igreja sempre foram realizados em templos majestosos, com materiais tão nobres e paramentos trabalhados com inúmeros detalhes. Assim é, não porque a Igreja esteja apegada aos bens materiais ou preocupada em entesourar riquezas, mas porque ao Senhor deve ser oferecido sempre o melhor e o mais belo.

Assim pensava São Francisco, o poverello de Assis. Ele passou toda a sua vida como um pobre entre os pobres, mas, quando falava de Jesus eucarístico, condenava o desprezo e o pouco caso com que muitos celebravam os santos mistérios. Em uma carta aos sacerdotes, Francisco pedia a eles que considerassem dentro de si "como são vis os cálices, os corporais e panos em que é sacrificado" muitas vezes nosso Senhor. E insistia: "Onde quer que o Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo for conservado de modo inconveniente ou simplesmente deixado em alguma parte, que o tirem dali para colocá-lo e encerrá-lo num lugar ricamente ordenado".

Na França do século XIX, os lojistas comentavam entre si: "No campo há um pároco magro e mal arranjado, com ares de não ter um centavo no bolso, mas que compra para sua igreja tudo o que há de melhor". Era São João Maria Vianney, que vivia em pobreza extrema, mas não hesitava em ornar a casa de Deus com o mais nobre e o mais digno. Em 1820, escreveu ao prefeito de Ars: "Desejaria que a entrada da igreja fosse mais atraente. Isso é absolutamente necessário. Se os palácios dos reis são embelezados pela magnificência das entradas, com maior razão as das igrejas devem ser suntuosas".

Toda esta preocupação do Cura d’Ars mostrava um verdadeiro amor a Deus e às almas. Ele encheu a igreja de sua cidade com belíssimas imagens e pinturas, porque, dizia ele, "não raro as imagens nos abalam tão fortemente como as próprias coisas que representam". O santo francês compreendia mais do que ninguém como não só era possível, mas também salutar, que o material e o terreno apontassem para as realidades celestes.

No entender do cardeal Giovanni Bona, um monge cisterciense do século XVII citado por Pio XII, "Se bem que, com efeito, as cerimônias, em si mesmas, não contenham nenhuma perfeição e santidade, são todavia atos externos de religião que, como sinais, estimulam a alma à veneração das coisas sagradas, elevam a mente à realidade sobrenatural, nutrem a piedade, fomentam a caridade, aumentam a fé, robustecem a devoção, instruem os simples, ornam o culto de Deus, conservam a religião e distinguem os verdadeiros dos falsos cristãos e dos heterodoxos."

Percebe-se, deste modo, como pondera mal quem diz que a beleza das igrejas do Vaticano e o esplendor dos vasos e ornamentos sagrados deveriam ser renunciados, como se, com isto, a Igreja estivesse se exibindo indevidamente ou ofendendo os mais pobres.

Quem pensa desta forma ainda não compreendeu o que é verdadeiramente a Liturgia e qual é o seu verdadeiro tesouro. Não entendeu que até os sinais externos das ações litúrgicas, manifestados especialmente na Santa Missa, devem indicar Aquele que é a Beleza. E não pense que, persistindo nesta mentalidade, diverge em um ponto pouco importante da fé da Igreja. Nunca é tarde para recordar o anátema do Concílio de Trento: "Se alguém disser que as cerimônias, as vestimentas e os sinais externos de que a Igreja Católica usa na celebração da Missa são mais incentivos de impiedade do que sinais de piedade — seja excomungado".


Fonte: http://padrepauloricardo.org/blog

Prof. Felipe Aquino - Pode Bater Palmas na Missa?


Jesus está no Chão!


História da RCC

História da Renovação Carismática Católica


A Renovação Carismática Católica teve início em fevereiro de 1967, em Pittsburgh, região nordeste dos Estados Unidos, quando um grupo de professores e alunos da Universidade de Duquesne, reuniu-se em retiro num final de semana recebendo orações de pastores protestantes. Esse grupo havia sido motivado pela leitura de inúmeros livros pentecostais protestantes sobre os carismas. Eles chegaram à conclusão de que os carismas narrados na Sagrada Escritura não eram, na verdade, fenômenos passados, mas sim, realidades atuais.

Durante o retiro, de acordo com os relatos, houve a chamada efusão do Espírito Santo, com a manifestação de diversos carismas, dentre eles palavras de profecia, ciência, grande consolação espiritual e o mais comum, a glossolalia ou oração em línguas.

Após esse evento, a RCC cresceu de um forma dificilmente explicada pela ação humana. Em pouco tempo espalhou-se pelo mundo todo, isso é inegável. E é importante frisar que o contexto mundial naquela época não era dos melhores. O mundo estava sendo varrido pela revolta, secularismo, rebelião; as igrejas sendo esvaziadas; as grandes revoluções (Wodstoock, Estudantil, Hippie, Sexual) estavam acontecendo. O mundo estava de cabeça para baixo!

A RCC surgiu e espalhou-se pelo mundo todo, entretanto, não é salutar esquecer que ela foi originada de uma heresia pentecostalista protestante. Como foi, então, que ela configurou-se à Igreja de Cristo? Em 1975 foi promovido o III Congresso Internacional da Renovação Carismática Católica, na Cidade Eterna e essas foram as palavras do Papa Paulo VI. Elas devem ser a chave de leitura para o estudo em andamento:
Este ano Santo haveis escolhido a cidade de Roma para celebrar vosso VIII Congresso Internacional, amados filhos e queridas filhas. Foi-nos pedido que nos encontrássemos hoje convosco e que vos dirigíssemos a palavra: desta forma quisestes manifestar vossa adesão à Igreja instituída por Jesus Cristo e a tudo o que para vós representa esta sede de Pedro. Este interesse em vos situar dentro da Igreja é sinal autêntico da ação do Espírito Santo. Pois Deus se fez homem em Jesus Cristo, cujo corpo místico é a Igreja, na qual foi comunicado o Espírito de Cristo no dia de Pentecostes, quando desceu sobre os Apóstolos reunidos no "andar de cima", "perseverando unânimes na oração", "com Maria, a mãe de Jesus" Observa-se, portanto, que era desejo da RCC inserir-se no Corpo Místico de Cristo, pertencer à Igreja de Cristo. Mais que isso, o desejo de ser reconhecido pelo Magistério é sinal claro da ação do Espírito Santo e do repúdio à heresia originária. O Papa Paulo VI expondo tão claramente esse desejo da RCC de buscar um lugar eclesial, administra o remédio de catolicidade necessário para a aceitação do movimento.

Pe. Paulo Ricardo - O Neo-Protestantismo Dentro da Igreja Católica


Pe. Paulo Ricardo - Porque Tantos Católicos Deixam a Igreja?


Pe. Paulo Ricardo - Fora da Igreja Existe Salvação?

Fora da Igreja Existe Salvação?


Apologética

O que é e por que estudar Apologética?


Neste tempo de tanta confusão, do avanço protestante, da apostasia, de cismáticos, da falta de conhecimento da fé, é necesssário um estudo para que enraizemos na Fé, pois diz em Oséias 4,6 – “Meu povo se perde por falta de conhecimento”. 
             A origem etimológica da palavra apologética vem do grego apologéticos (apologia), que significa justificação, defesa, resguarda e proteção. Apologética é, pois, neste contexto, a justificação e defesa da fé católica. 
             A Apologética tem dois fins, o primeiro o da Justificação da Fé Católica, e o segundo de Defesa da Fé Católica. 

Demonologia

Análise Bíblica sobre os Demônios


Um dos grandes mistérios da teologia judaico-cristã é a existência do mal, porque Deus permitiu o seu surgimento, existência e os detalhes sobre a sua origem. Dois fatos, porém, são claros: ele existe e ele será derrotado. 

Textos como os de Ez. 28,12 - 15 e Lc.10,18 indicam que houve uma rebelião liderada por um anjo de luz (lúcifer), que, exercendo o seu livre arbítrio, optou pelo não-bem e pela ruptura de comunhão contra o Criador. Deus cria um lugar-estado (inferno) e para lá os lança (II Pe. 2,4).

O chefe desses anjos caídos é denominado de lúcifer ou satanás (hebraico = adversário), recebendo outros, como: belzebu, belial, o maligno, o príncipe deste mundo, diabo (grego = instigador, acusador).


Inquisição

Inquisição - A Verdadeira Face


A Inquisição não foi criada de uma só vez, nem procedeu do mesmo modo no decorrer dos séculos. Por isto distinguem-se:

1) A lnquisição Medieval, voltada contra as heresias cátara e valdense nos séculos XII-XIII e contra falsos misticismos nos séculos XIV-XV;

2) A lnquisição Espanhola, instituída em 1.478 por iniciativa dos reis Fernando e Isabel; visando principalmente aos judeus e muçulmanos, tornou-se poderoso instrumento do absolutismo dos monarcas espanhóis até o século XIX, a ponto de quase não poder ser considerada instituição eclesiástica (não raro a lnquisição Espanhola procedeu independentemente de Roma, resistindo à intervenção da Santa Sé, porque o rei de Espanha a esta se opunha);

3) A lnquisição Romana (também dita Santo Ofício) instituída em 1.542 pelo Papa Paulo III, em vista do surto do protestantismo.

O Amém Depois do Pai Nosso na Santa Missa

Por que não dizemos “amém”, no final do Pai-Nosso na Santa Missa?


O amém, na Santa Missa, não é dito assim que termina o Pai-Nosso porque suas petições continuam em sequência. O pedido final do Pai Nosso, “mas livrai-nos do mal”, se estende numa ardente súplica pela libertação do mal e pela paz:

“Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo Salvador. Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: “Eu vos deixo em paz, eu vos dou a minha paz”. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo”.

Neste momento toda a Igreja proclama: AMÉM!

Os primeiros relatos da oração do Senhor advêm do século IV. A introdução do Pai-Nosso na liturgia vem por motivos de preparação para a sagrada comunhão. Em muitas outras liturgias, principalmente nas do oriente como também em algumas liturgias do ocidente, não romanas, o Pai-Nosso era rezado depois da fração da hóstia. A forma tal qual a conhecemos, ou seja, sua recitação após a oração eucarística remonta ao papa São Gregório Magno (Pontificado 590 – 604). Para ele, a oração do Pai–Nosso na sua primeira parte era a síntese das principais partes do cânon.

O Pai-Nosso é tido com estreita ligação com a comunhão. Alguns Papas, bem como alguns Padres da Igreja e alguns santos, relacionaram o pedido acerca do “pão nosso” ao pedido da eucaristia. Pois o próprio Senhor, que está realmente presente na eucaristia, se intitulou o pão do céu. Vale dizer também que a recitação do Pai-Nosso acompanha toda a vida da Igreja, mesmo quando não celebra alguma ação litúrgica. Como por exemplo, na Igreja primitiva em que a eucaristia era tomada na casa dos fieis ou então a sua distribuição aos enfermos. Logo, percebemos que antes do Pai-Nosso ter sua ligação com a missa propriamente dita, tem sua ligação com a distribuição da eucaristia como preparação para a mesma.
A recitação do Pai-Nosso é um ato de ousadia (audemus – ousamos). Afinal, o ser humano que é pó e ao pó há de retornar dirige-se ao criador como sendo seu filho. É edificante notar que na Igreja primitiva a oração do Pai-Nosso era dita apenas pelos batizados. Contudo, o que nos leva a ousar chamar a Deus de Pai é o próprio mandato de Cristo Senhor “Quando orardes, dizei: Pai Nosso...” (Lc 11,2).

O Mistério da Santíssima Trindade


Por Dom Estêvão Bettencourt


"Se uma das características da substância de Deus é a simplicidade absoluta, como conciliá-la com a tripersonalidade divina ?"

Ao falar da Santíssima Trindade, toca-se na realidade mais íntima da vida de Deus, que necessariamente há de ser um mistério. Se Deus «coubesse» todo dentro da exígua inteligência humana, seria realmente Deus ? Não ; seria exíguo como o próprio homem. De antemão, pois, é de prever que a sua natureza ultrapasse o alcance da nossa inteligência (sem, porém, lhe impor absurdo).

Vejamos, por conseguinte, sucessivamente os fundamentos revelados do mistério da Ssma. Trindade e a maneira como pode ser ilustrado. Concluir-se-á que tal mistério, longe de ser um enigma especulativo, constitui verdade sumamente bela e vital.

Assistam, Muito Bom e Edificante!!!

Palestra de Paulo Leitão (Ex-Pastor Protestante) sobre a Igreja Católica 

"Defendendo a Santa Igreja com a Palavra de Deus"

 (Parte I)
   

 (Parte II)
   

 (Parte III)
 

Irmão Trovão - Seja Um Profeta Apologético


Apologética - Em Defesa da Fé: "A Importância dos Santos"

"A Importância dos Santos"