São Basílio Magno,

O maior defensor da divindade do Espírito Santo


1. Vida

São Basílio é o único dos Padres capadócios distinguido com o sobrenome de Grande. O título é justificado por suas extraordinárias qualidades como estadista e organizador eclesiástico, como expoente egrégio da doutrina católica e como um segundo Atanásio na defesa da ortodoxia. Além de ser considerado como o Pai do monaquismo oriental e reformador da liturgia.[1]

 São Basílio nasceu cerca de 330, de pais nobres, ricos e piedosos, em Cesareia da Capadócia. A quantidade de santos existentes em sua família é impressionante: seu pai e sua mãe são santos; seu avô foi mártir, sua avó é Santa Macrina a Anciã; seus bisavós eram São Basílio o Ancião, e Santa Emélia; além de três irmãos: Santa Macrina a Jovem, São Pedro, Bispo de Sebaste, e São Gregório, Bispo de Nissa, do qual trataremos mais adiante.[2]

Realizou seus primeiros estudos em Cesareia, com seu pai, seguindo depois para Constantinopla e Atenas, onde encontra São Gregório Nazianzeno, com o qual se unirá em amizade estreita durante os difíceis combates do tempo. Um de seus companheiros de estudo chamava-se Juliano, ao qual, mais tarde, a História dará o triste epíteto de “Apóstata”.

Quando Basílio voltou a Cesaréia, em 356, recebeu o Batismo e o leitorado. Após isto, decidiu vender os seus bens – uma boa quantidade – a fim de levar uma vida solitária. Pouco durou sua solidão, pois um grande número de pessoas se lhe juntaram, a fim de levarem vida monástica. Daí surgiu a instituição monacal basiliana, para qual, junto com São Gregório Nazianzeno, São Basílio comporá duas regras que, juntamente com a de São Pacômio será a base da vida monástica do oriente, como a de São Bento será para o ocidente.

Para tal institucionalização da vida monacal, empreendeu longas viagens: Síria, Palestina, Mesopotâmia, Egito, visitando cenóbios, mosteiros, a fim de deles colher inspiração.

Sua vida monacal, continuada depois destas viagens, foi interrompida em 364 pelo apelo de Eusébio, bispo de Cesaréia, que o chamou para colaborador e conselheiro. Em 370 sucede a Eusébio, tornando-se o exarca da importante diocese do Ponto.[3]

Nesta função procurou de todos os modos, acabar com o arianismo, que vivia uma época de prestigio, graças ao imperador Valente. Este, tomando conhecimento da posição de São Basílio, procurou de todas as formas amedrontá-lo, mas em vão. Primeiro, enviou o prefeito Modesto para ameaçá-lo. Este, após as firmes e inflexíveis respostas de São Basílio, exclamou com arrogância: “Nunca ninguém me falou desta maneira!” Ao que retrucou Basílio: “É porque ainda não te havias confrontado com um bispo!”

Após este fracasso de Modesto, Valente procurou ser mais violento: dividiu a diocese de São Basílio, aumentando o poder dos arianos. Porém, mais que Valente para o mal, o santo bispo de Cesaréia era infatigável para a causa de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Neste tempo, as coisas estavam de tal forma no oriente que pouquíssimos bispos ainda se mantinham unidos a Roma. União com Roma: eis uma das grandes missões de São Basílio. Tentou-a através do grande Santo Atanásio, que o ajudou durante pouco tempo, pois sua missão na terra já se realizara sendo chamado à glória de Cristo cuja divindade defendeu durante toda sua vida. Não desistiu o Santo exarca, enviando homens de confiança a um sem número de lugares. Obteve êxito extraordinário, como se verificou no sínodo de Ilíara do ano 375, onde, na presença de Valentiniano, se juntaram muitos bispos ocidentais e tomaram o partido de São Basílio. A partir de então seu prestígio não fez senão crescer, sendo a ocasião perfeita para combater o apolinarismo, o macedonianismo, e o arianismo – este último, segundo a visão de Eunômio.


Beato José de Anchieta


O amor que animou José de Anchieta


Os apóstolos acendem diante dos homens a luz de Cristo porque querem alegrar o coração de Deus. Foi o que fez o beato José de Anchieta em solo brasileiro.



Será canonizado pelo Papa Francisco, este mês, o bem-aventurado José de Anchieta, “Apóstolo do Brasil”. Por seus corajosos esforços, muitíssimas almas foram conquistadas para Cristo e o que podia não passar de mais um reinado mundano pôde, por graça de Deus, tornar-se Terra de Santa Cruz.


José de Anchieta, de nacionalidade espanhola, nasceu nas Ilhas Canárias, no ano de 1534. Foi sua mãe, então recém-convertida ao cristianismo, quem lhe deu a dádiva da fé. Mandado a Portugal muito cedo para estudar, destacou-se como uma mente brilhante, chegando à trabalhosa obra de compor poemas na língua latina.


Com apenas 19 anos, o seminarista José de Anchieta é chamado a integrar as comitivas que partiam Atlântico adentro em busca de terras (e almas). Ao sair da Europa, despede-se de seus parentes, certo de não voltar mais. “Nos vemos no céu!”, diz à sua família. Em solo brasileiro, catequiza os índios em língua tupi-guarani e produz uma gramática nesse idioma, a fim de facilitar a comunicação entre os evangelizadores e os povos nativos.


Como São Paulo, Anchieta atravessa várias porções de terra para fazer resplandecer a luz de Cristo. Em uma de suas viagens – que descreveu em longa carta ao superior-geral da Companhia de Jesus, Diego Lainez –, ele testemunha as “grandes opressões” que infligiam aos portugueses os índios tamoios, “levando continuamente os escravos, mulheres e filhos dos Cristãos, matando-os e comendo-os”. Mesmo conscientes de antemão do mal que lhes podia fazer essa tribo, ele e o padre Manuel da Nóbrega não hesitam ir ao seu encontro, para firmar com ela um acordo de paz ou, se possível, trazê-los à fé cristã e “ganhar algumas almas de seus filhos inocentes com a água do santíssimo batismo”.


Regras de Vida Cristã segundo Santo Afonso Maria de Ligório

Regras de Vida Cristã 

Este texto foi publicado por Santo Afonso em 1757, no final do seu "Breve Tratado sobre a necessidade da oração, sua eficácia e as condições com que deve ser feita”. 
Texto retirado do livro 
A Oração 
Santo Afonso Maria de Ligório 

I. De manhã, ao se levantar, fazer os atos cristãos indicados. Todos os dias fazer meia hora de oração mental e pelo menos um quarto de hora de leitura de algum livro espiritual. Participar da Missa. Fazer a visita ao Santíssimo Sacramento e à Mãe de Deus. Rezar o Rosário. À noite, fazer o exame de consciência, ato de arrependimento, os atos cristãos e rezar a Ladainha de Nossa Senhora. 

II. Confessar-se e comungar pelo menos semanalmente e até mais vezes, se o Diretor espiritual o permitir. 

III. Escolher um bom confessor, instruído e piedoso; seguir suas orientações tanto no tocante aos atos de devoção, como nas questões importantes; não abandoná-lo sem motivo grave. 

IV. Evitar a ociosidade, as más companhias, as conversas inconvenientes e, principalmente, as ocasiões de pecado, especialmente quando há perigo para a castidade. 

V. Nas tentações, principalmente nas impuras, fazer logo o Sinal da Cruz e invocar os nomes de Jesus e Maria, enquanto durar a tentação. 

VI. Se cometer algum pecado, arrepender-se logo e resolver emendar-se. Se o pecado for grave, confessar-se o quanto antes. 

VII. Sempre que possível ouvir as pregações; pertencer a alguma irmandade ou grupo, ali procurando apenas a salvação eterna. 

VIII. Para honrar a Maria Santíssima, jejuar nos sábados e na vigília de suas festas, fazendo ao mesmo tempo alguma outra mortificação corporal conforme o conselho do Diretor espiritual. Fazer a novena para as festas de Maria, do Natal, de Pentecostes e do próprio padroeiro. 

IX. Nas situações desagradáveis, doenças, perdas, perseguições, conformar-se com a vontade de Deus e ficar em paz dizendo, "Assim Deus quer, assim seja!" 

X. Todos os anos fazer os Exercícios Espirituais em alguma casa religiosa ou algum lugar retirado. Ou, pelo menos, fazê-lo em casa mesmo, dedicando-se o mais possível à oração, às leituras espirituais e ao silêncio. Do mesmo modo fazer um dia de Retiro a cada mês, evitando as conversas e recebendo a Eucaristia.  

Atos cristãos para cada dia 

De manhã, ao levantar-se, tendo feito o Sinal da Cruz, faça os seguintes atos de adoração, de amor, de agradecimento, de propósito e de súplica: 

I. Meu Deus, eu vos adoro e vos amo com todo o meu ser. 

II. Agradeço todos os vossos benefícios, especialmente o de me terdes conservado nesta noite. 

III. Eu vos ofereço as minhas ações, os meus sofrimentos deste dia, em união com as ações e os sofrimentos de Jesus e de Maria, com a intenção de ganhar todas as indulgências que puder. 

IV. Proponho-me fugir de todos os pecados, especialmente de... (é bom fazer um propósito particular quanto ao defeito em que mais se cai). Nos contratempos quero conformar-me sempre à vossa vontade. Meu Jesus, guardai-me; Maria protegei-me sob o vosso manto. Pai Eterno, ajudai-me por amor de Jesus e Maria. Meu Anjo da Guarda, meus Santos Padroeiros, acompanhai-me. Reze depois o Pai-Nosso, a Ave-Maria, o Credo, e três Ave-Marias em honra da pureza de Nossa Senhora. 

Ao começar um trabalho, estudo ou qualquer outra ocupação, diga: 
"Senhor, eu vos ofereço este meu esforço". 

Às refeições: 
"Meu Deus, seja tudo para a vossa glória. Abençoai-me para que não caia em nenhuma falta". 

Depois das refeições: 
"Agradeço, Senhor, o benefício que fizestes a quem vos ofendeu". 

Ao soar das horas: 
"Jesus, eu vos amo. Não permitais que me separe de vós". 

Nos contratempos: 
"Senhor, assim quisestes, assim também eu quero".

Nas tentações repita frequentemente os nomes de Jesus e de Maria. 
Tendo cometido alguma falta: 
"Senhor, eu me arrependo porque ofendi a vós, bondade infinita. Não quero fazê-lo novamente". 

Se houve pecado grave, confessar-se logo. 

À noite, antes de se deitar, agradeça a Deus as graças recebidas; faça o exame de consciência, o ato de arrependimento e os atos do cristão. 

Modo prático de fazer oração mental 

Como preparação, diga: 
I. Meu Deus, creio que estais aqui presente. Eu vos adoro com todo o meu ser. 

II. Senhor, mereceria estar agora no inferno; arrependo-me de vos haver ofendido; perdoai-me. 

III. Pai Eterno, por amor de Jesus e de Maria, iluminai-me. Depois, recomende-se a Maria Santíssima com uma Ave-Maria, recomende-se a São José, ao Anjo da Guarda, ao Santo Padroeiro. Agora leia a Meditação; vá interrompendo a leitura sempre que encontrar uma passagem que tenha um significado maior para você. Faça atos de humildade, de agradecimento e, principalmente, de arrependimento e de amor. Diga: "Senhor, fazei de mim o que quiserdes, ajudai-me a conhecer o que quereis de mim; quero fazer o que vos agrada. Ore muito, pedindo a Deus a perseverança, o amor, a luz, a força para fazer sempre a vontade divina, a graça de orar sempre. 

Antes de terminar a oração, faça um propósito particular, de evitar alguma falha mais frequente. Termine com um Pai-Nosso e uma Ave-Maria. Nunca deixe de recomendar a Deus as almas do Purgatório e os pecadores. 
~ * ~ 

Pe. Paulo Ricardo - Nossa Senhora do Bom Sucesso

Nossa Senhora do Bom Sucesso


Heresia, impiedade, impureza, crises que assolam o homem e a Igreja nos tempos atuais e previstas com clareza pela Santa Mãe de Deus, em sua aparição no Equador, em 1594. Existe um caminho de volta? É sobre a mensagem de Nossa Senhora do Bom Sucesso que Padre Paulo Ricardo fala nesse novo Parresía.

Nossa Senhora do Bom Sucesso

Sou a Rainha das Vitórias e a Mãe do Bom Sucesso

Há 400 anos Nossa Senhora apareceu a uma religiosa espanhola no mosteiro das concepcionistas em Quito (Equador), e ordenou que se confeccionasse uma imagem sua sob as invocações do título, profetizou impressionantes acontecimentos para os séculos futuros, inclusive o nosso



Nossa Senhora apareceu em 2 de fevereiro de 1594 a Madre Mariana de Jesus Torres, espanhola da alta nobreza, uma das oito fundadoras do mosteiro das concepcionistas de Quito, para ordenar-lhe a confecção de uma imagem a Ela dedicada. 

A milagrosa imagem de Nossa Senhora do Bom Sucesso venera-se no Monasterio Real de La Limpia Concepción, em Quito, primeiro convento de monjas contemplativas da América do Sul, fundado em 1577 sob os auspícios do rei da Espanha, Filipe II.

Histórico das aparições

Situemo-nos no ano de 1556. Matronas da cidade de Quito, devotas de Maria Imaculada (o dogma só viria a ser proclamado em 1854), desejosas de ter em sua cidade um mosteiro de religiosas concepcionistas, pediram a Filipe II a fundação naquela colônia de um mosteiro consagrado à Imaculada Conceição. O rei enviou, para atender a tão excelente pedido, um grupo de religiosas fundadoras, tendo à testa a Rvda. Madre Maria de Jesus Talvada, descendente de nobre e antiga casa da Galícia, e também a sobrinha desta, a cândida menina Mariana.

A par de sua candura, era Mariana notável por sua rara formosura de alma e de corpo. Grande devota do Santíssimo Sacramento, dotada do dom da profecia, conheceu as inumeráveis dificuldades e sofrimentos pelos quais passariam as religiosas; e, uma vez fundado o mosteiro, o ódio e as perseguições do demônio contra a comunidade ao longo dos séculos. Teve ainda conhecimento de que o mosteiro duraria até o fim do mundo, e que nele haveria sempre uma alma santa, em todos os tempos. Foi-lhe também revelado que a Rainha dos Céus comunicar-se-ia com ela por meio de aparições.

A 13 de janeiro de 1577, fundava-se o mosteiro. Mariana não pôde professar na ocasião, por ter apenas 13 anos. Iniciou seu noviciado e professou aos 15, com o nome de Mariana de Jesus.

A vida de Madre Mariana de Jesus Torres é um portento de santidade. Mantinha profunda intimidade com seu anjo da guarda, e sua devoção dominante era a Jesus Sacramentado. Êxtases, visões e revelações alternavam-se com terríveis perseguições, não só do demônio como também de religiosas relapsas.

Certo dia ocorreu com suas irmãs de hábito algo muito grave. Madre Mariana sofreu em silêncio e recorreu a Nosso Senhor, comunicando-Lhe seus tormentos. O Divino Redentor apareceu-lhe e disse:

— Quando te desposei, experimentei com cuidado tua vontade.

— Senhor — respondeu Madre Mariana — minha vontade está pronta, mas a carne é fraca.

Ao que Nosso Senhor acrescentou: 

— Não te faltará fortaleza, assim como não falta nada à alma que Me pede.

Nesse momento, viu ela Jesus Cristo no Gólgota, quando Ele começava a agonizar. Aterrorizada, exclamou: “Senhor, sou eu a culpada, castiga-me e poupa teu povo!”. Apareceu-lhe então a Santíssima Virgem, que lhe disse:“Não és tu a culpada, mas o mundo criminoso. Estes castigos são para o séc. XX”. Viu então três espadas, cada uma com uma legenda: Castigarei a heresia; Castigarei a blasfêmia; Castigarei a impureza.

A Santíssima Virgem prosseguiu: “Queres, minha filha, sacrificar-te por este povo?”. Madre Mariana respondeu: “Minha vontade está pronta”. As espadas cravaram-se em seu coração, e ela caiu morta pela violência da dor. Morreu verdadeiramente Madre Mariana, e foi apresentada ao juízo de Deus: o Padre Eterno regozijou-se por tê-la criado; o Filho Divino, por tê-la redimido e tomado por esposa; e o Espírito Santo, por tê-la santificado.


A ponta do iceberg

A ponta do iceberg


Todos fariam um grande favor a si mesmos, às suas famílias e ao Brasil se, na hora da novela, desligassem seus televisores, acendessem uma vela e rezassem o Terço

Recentemente, duas pesquisas científicas comprovaram a ligação direta que existe entre a audiência das novelas da Rede Globo, as crescentes taxas de divórcio e a queda da natalidade nas famílias brasileiras. Aquilo de que já se suspeitava há muito tempo foi confirmado: as telenovelas globais exercem uma grande influência no comportamento das pessoas.
Na semana passada, mais uma telenovela serviu de palco para "forçar limites morais", como escreveu um jornalista, na Folha de São Paulo. Pelos comentários de vários telespectadores nas redes sociais, parece que, infelizmente, a armadilha funcionou, mais uma vez. Após o entusiasmo com a trama de uma dupla de homossexuais que, entre outras coisas, recorreu à inseminação artificial para "produzir" um filho, o pedido para ver um "beijo gay" no final da última novela das oito foi reiterado por inúmeras pessoas. E, mesmo depois de alcançado o seu intento, muitos não se contentaram com o que viram, alegando que o beijo teria sido "morno demais".

Pe. Paulo Ricardo - Qual é a matéria do sacramento da confissão?


Dom Bosco e as três Alvuras da Fé Católica


A Modéstia

A Modéstia No Vestir: Normas Marianas

"Oh Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós."


Não pode considerar-se decente um vestido não pode ser cujo decote desça mais do que dois dedos abaixo da base do pescoço, que não cubra os braços pelo menos até ao cotovelo, e que não chegue um pouco abaixo dos joelhos. Além disso, são impróprios os vestidos de tecidos transparentes. ...Palavras do Cardeal Vigário do Papa Pio XI. 
O de ser Mariana é ser Modesta sem compromisso. Seja "como Maria", a Mãe de Cristo.
Os vestidos ou blusas Marianas hão de ter mangas compridas ou, pelos menos, até ao cotovelo, e as saias devem chegar abaixo dos joelhos. 
(NOTA: devido a condições de mercado impossíveis de alterar, as mangas curtas são toleradas, temporariamente, com Aprovação Eclesiástica, até que a feminilidade Cristã se volte de novo para Maria, como o modelo do Pudor no vestuário.)
Os vestidos Marianas devem cobrir completamente o busto, peito, ombros, e costas, excepção feita à abertura do decote, desde que, abaixo da base do pescoço, essa abertura não exceda os cinco centímetros, tanto à frente como nas costas, e outros cinco centímetros na direcção dos ombros.
A modéstia Mariana não pode admitir o uso de tecidos transparentes, rendas, e alguns tecidos de malha, organdi, nylon, etc. -, a menos que tenham outro material (opaco) por baixo. Mas o seu uso moderado como ornamentação é aceitável.
Os vestidos Marianos devem evitar o uso impróprio de tecidos cor de carne.
Os vestidos Marianos não acentuam excessivamente o corpo: disfarçam, em vez de revelarem, as formas da pessoa que os usa.
Um vestido Mariano deve ser uma cobertura de modéstia, ou seja, deve estar dentro das normas marianas do Pudor no vestuário (cf. Ponto 3) mesmo depois de se tirar o casa co, papa ou estola (no caso de vestidos de festa).
A moda "mariana" deve, tanto quanto possível, ocultar as formas do corpo em vez de as acentuar, Fica automaticamente eliminado o uso de roupa muito justa, como calças de ganga ou outro tecido, camisolas, calções acima dos joelhos, blusas de tecidos finos e vestidos cavados, etc. Estas normas marianas são um guia para avivar o "sentido de pudor". Toda a jovem que as seguir, erguendo o olhar até Maria como seu modelo e ideal, não terá qualquer problema de modéstia no vestuário; não será uma ocasião de pecado, nem uma causa de embaraço ou de vergonha para os outros.
Guarde este Folheto consigo, e use-a como guia para quando for comprar roupa. Compre só vestuário que siga as normas marianas.

"Tal como Maria, vista com modéstia — Seja modesta, para ser como Maria."

ATO DE CONSAGRAÇÃO AO IMACULADO
CORAÇÃO DE MARIA PARA OBTER A PUREZA

Oh, Imaculado Coração de Maria, Virgem Puríssima, atenta aos terríveis perigos morais que ameaçam por todos os lados. Ciente da minha própria fraqueza humana, voluntariamente me coloco, de corpo e alma, este dia e para sempre, sob a Vossa solicitude e protecção.
Consagro-Vos o meu corpo, com todos os seus membros, e peço-Vos que me ajudeis a nunca o usar como uma ocasião de pecado para os outros. Ajudai-me a lembrar-me de que o meu corpo é "Templo do Espírito Santo," que devo usar segundo a Santa Vontade de Deus para a minha salvação e a dos outros.
Consagro-Vos a minha alma, e peço-Vos, a Vós e a Jesus, que me guardeis e me leveis com segurança para Casa — que é o Céu — por toda a eternidade.
Oh Maria, minha Mãe, tudo o que sou, tudo que tenho é Vosso, Guardai-me e conservaime debaixo do Vosso manto de misericórdia, como coisa e propriedade Vossa.
"Jesus, Maria, eu Vos amo; salvai as Almas!"



Santo Tomás de Aquino

Santo Tomás de Aquino 

Ninguém se aproximou da teologia ou da filosofia tomista sem ter haurido nesta fonte a mais excelente doutrina. O nome de São Tomás de Aquino é um marco para todos aqueles que buscam a verdade. Entretanto, nos pormenores de sua vida e em sua extraordinária personalidade descobrimos mais do que um teólogo: um grande santo.


A busca da verdade é tão antiga quanto o próprio homem, e não há um só entre os seres racionais que não deseje possuí-la. Por outro lado, a privação desse excelente bem acaba dando à coletividade humana uma face desfigurada, que se explica pela adesão a falsas doutrinas ou a meias verdades. Nossa sociedade ocidental é um exemplo dessa profunda carência que não encontra nos avanços da técnica nem na fugacidade dos vícios uma resposta satisfatória.


Um menino que buscava o Absoluto

Mas, afinal, o que é a verdade? Esta era uma das perguntas que o pequeno Tomás fazia em seus tenros cinco anos de idade. Segundo um costume da época, sua educação foi confiada aos beneditinos de Monte Cassino, onde ele passou a morar. Vendo um monge cruzar com gravidade e recolhimento os claustros e corredores, puxava sem hesitar a manga de seu hábito e lhe perguntava: "Quem é Deus?" Descontente com a resposta que, embora verdadeira, não satisfazia inteiramente seu desejo de saber, esperava passar outro filho de São Bento e indagava também a ele: "Irmão Mauro, pode me explicar quem é Deus?" Mas... que decepção! De ninguém conseguia a explicação desejada. Como as palavras dos monges eram inferiores à idéia de Deus que aquele menino trazia no fundo da alma!

Foi nesse ambiente de oração e serenidade que transcorreu feliz a infância de São Tomás de Aquino. Nascido por volta de 1225, era o filho caçula dos condes de Aquino, Landolfo e Teodora. Entrevendo para o pequeno um futuro brilhante, seus pais lhe proporcionaram uma robusta formação. Mal podiam imaginar que ele seria um dos maiores teólogos da Santa Igreja Católica e a rocha fundamental do edifício da filosofia cristã, o ponto de convergência no qual se reuniriam todos os tesouros da teologia até então acumulados e do qual partiriam as luzes para as futuras explicitações.


A vocação posta à prova

Muito jovem ainda, São Tomás partiu para Nápoles a fim de estudar gramática, dialética, retórica e filosofia.

Doutores da Igreja

Em síntese: Doutor da Igreja é aquele cristão ou aquela cristã que se distinguiu por notório saber teológico em qualquer época da história. O conceito de Doutor da Igreja difere do de Padre da Igreja, pois Padre da Igreja é somente aquele que contribuiu para a reta formulação dos artigos da fé até o século VII no Ocidente e até o século VIII no Oriente. Há  Padres da Igreja que são Doutores. Assim os quatro maiores Padres latinos (S. Ambrósio, S. Agostinho, S. Jerônimo e S. Gregório Magno) e os quatro maiores Padres gregos (S. Atanásio, S. Basílio, S. Gregório de Nazianzo e S. João Crisóstomo).
A inscrição de Sta. Teresinha de Lisieux entre os Doutores da Igreja despertou a atenção do público para o conceito de tal título. Que significa ser “Doutor(a) da Igreja”? – Eis o que as paginas subsequentes procura­rão dizer.

1. Doutores da Igreja: quem são?

Os Doutores da Igreja são homens e mulheres ilustres que, pela sua santidade, pela ortodoxia de sua fé, e principalmente pelo eminente sa­ber teológico, atestado por escritos vários, foram honrados com tal título por desígnio da Igreja.
Os Doutores se assemelham aos Padres da Igreja, dos quais tam­bém diferem, corno se vera a seguir.
Padres da Igreja são aqueles cristãos (Bispos, presbíteros, diáconos ou leigos) que contribuíram eficazmente para a reta formulação das ver­dades da fé (SS. Trindade, Encarnação do Verbo, Igreja, Sacramentos. ..) nos tempos dos grandes debates e heresias. O seu período se encerra em 604 (com a morte de S. Gregório Magno) no Ocidente e em 749 (com a morte de S. João Damasceno) no Oriente.
Para que alguém seja considerado Padre da Igreja, requer-se antigüidade (até os séculos VII/VIII), ao passo que isto não ocorre com um  Doutor.
Para os Padres da Igreja, basta o reconhecimento concreto, não explicitado, da Igreja, ao passo que para os Doutores se requer uma proclamação explicita feita por um Papa ou por um Concílio.
Para os Padres, não se requer um saber extraordinário, ao passo que para um Doutor se exige um saber de grande vulto.

A Virgem Maria e Santa Brígida

Recorrer à Santíssima Virgem…

Um anjo disse à Santa Brígida: “Não há ninguém que reze a Maria sem receber da sua caridade algum favor”.

Maria Santíssima revelou à Santa Brígida: “A Mãe a vista do filho exposto ao fogo inimigo, põe tudo em obra para o tirar desse perigo. Assim faço e hei de fazer sempre para todos os pecadores que implorarem a Minha misericórdia; assim para com todos os meus filhos, por maiores pecadores que sejam, conquanto recorram a Mim para obterem o Meu socorro. Sou a Rainha do Céu e a Mãe de Misericórdia, a Alegria dos Justos e a porta por onde penetram no céu os pecadores.

Dos pecadores mais afastados de Deus e possuídos pelo demônio, foge imediatamente o inimigo, logo que els invocam em seu auxílio, com verdadeira vontade de emendar-se, os dois poderosíssimos nomes de Jesus e Maria.


Não há na terra pecador tão empedernido, que invocando meu nome com a boa vontade de se converter, não force o demônio a fugir logo. Todos os demônios tremem diante do meu nome. Só ao ouvirem esta palavra: Maria, logo são forçados a largar a alma que já segurava em suas garras.

De quaisquer pecados que o homem seja culpado, se vem a Mim com verdadeiro arrependimento, apresso-me sempre a recebê-lo. Não examino se está carregado de pecados, mas somente se com boa vontade se apresenta, então não desdenho tratar-lhe e curar-lhe as chagas: porque me proclamam, e realmente Sou, A Mãe de Misericórdia.

Eu Sou a porta aberta dos pecadores para irem a Deus. Eu Sou a Mãe de todos os pecadores que se querem corrigir. Não há em todo o mundo um só homem assaz maldito por causa de seus pecados, que não tenha parte na minha misericórdia.

Enquanto não se está definitivamente condenado, nenhum homem está de tal sorte rejeitado por Deus, que não se possa realmente volver para Deus e obter Dele graça e misericórdia, desde que me chame em seu socorro. Infeliz… aquele que, podendo neste mundo recorrer a mim, tão boa para com todos, tão desejosa de socorrer os pecadores – descurar de me implorar…

Quando os Meus servos estão por um triz da morte, então, Eu que lhe Sou a Rainha dileta e a eterna Mãe, acorro aos pés deles, a fim de que da minha mão recebam força e consolo”.

O Senhor Jesus a Sua Mãe Santíssima: “Minha Mãe pedi o que quiserdes: nunca Vos hei de negar coisa alguma; e fica sabendo que prometo despachar favoravelmente a todos que solicitam de mim alguma graça por Vosso amor, mesmo que sejam pecadores, contanto que tenham o firme propósito de emendar-se”.

(Extraído do livro Coração de Mãe cheio de bondade, Servus Mariae, Edições Paulinas, 5ª Edição, 1976, págs. 85/86)

Fonte: www.amoranossasenhora.com.br

São Josemaria Escrivá


"Cumprir a vontade de Deus no trabalho, contemplar a Deus no trabalho, trabalhar por amor a Deus e ao próximo, converter o trabalho em meio  de apostolado, 
dar às coisas humanas um valor divino" - nestas densas palavras do 
Fundador se pode resumir o carisma, ao mesmo tempo  
contemplativo e ativo, do Opus Dei.

Pe. Francisco Faus

No dia 6 de outubro de 2002, na Praça de São Pedro do Vaticano, perante uma multidão de mais de 300 mil pessoas de todas as idades e condições procedentes dos cinco continentes, o Papa João Paulo II celebrou a solene cerimônia de canonização de São Josemaria Escrivá, Fundador do Opus Dei.

Na homilia da Missa, o Santo Padre resumiu nesse dia, em poucas palavras, a essência da mensagem espiritual de Mons. Escrivá: "Elevar o mundo a Deus e transformá-lo a partir de dentro: eis o ideal que o Santo Fundadorlhes indica, queridos irmãos e irmãs que hoje se alegram pela sua elevação à glória dos altares".

Na manhã seguinte, 7 de outubro, foi celebrada na própria Praça de São Pedro uma solene concelebração em ação de graças pela canonização. Terminada a Missa, o Papa João Paulo II, acolhido com uma calorosa manifestação de entusiasmo, dirigiu a palavra à multidãoSao Josemaria escriva1.jpg de fiéis, cooperadores e amigos do Opus Dei, que - como no dia anterior - atulhava a Praça e se estendia pela Via della Conciliazione e as outras ruas adjacentes, chegando até ao Castelo de Sant'Angelo. Na sua alocução, João Paulo II voltou a frisar o cerne do carisma, da mensagem espiritual de São Josemaría com as seguintes palavras:

        "São Josemaria foi escolhido pelo Senhor para anunciar a chamada universal à santidade e mostrar que as atividades correntes que compõem a vida de todos os dias são caminho de santificação. Pode-se dizer que foi o santo do cotidiano. De fato, estava convencido de que, para quem vive sob a ótica da fé, tudo é ocasião de um encontro com Deus, tudo se torna um estímulo para a oração. Vista desta forma, a vida diária revela uma grandeza insuspeita. A santidade apresenta-se verdadeiramente ao alcance de todos."

Os fiéis que ouviam essas palavras do Papa tinham escutado pouco antes, na Missa, a homilia do Prelado do Opus Dei, Dom Javier Echevarría que lhes recordara palavras de São Josemaria a seus filhos espirituais, escritas nos primórdios do Opus Dei, em 24 de março de 1930: "Viemos dizer, com a humildade de quem se sabe pecador e pouca coisa -‘ homo peccator sum' (Lc 5, 8), dizemos com Pedro - mas com a fé de quem se deixa guiar pela mão de Deus, que a santidade não é coisa para privilegiados, que o Senhor chama-nos a todos, de todos espera Amor: de todos, estejam onde estiverem; de todos, seja qual for o seu estado, a sua profissão ou ofício. Porque essa vida corrente, cotidiana, sem relevo, pode ser meio de santidade: não é preciso abandonar o próprio estado no mundo para procurar a Deus, se o Senhor não dá a uma alma a vocação religiosa, uma vez que todos os caminhos da terra podem ser ocasião de um encontro com Cristo".

Conselhos de três grandes santas da Igreja para você


No início de cada ano as pessoas geralmente se imputam alguns objetivos para serem cumpridos ao longo do ano. Assim, para a vida espiritual, propomos também uma meta e, para isso, nada melhor que tomar como modelo três conselhos de três grandes santas da Igreja: Santa Teresa de Jesus, Santa Catarina de Sena e Santa Teresa de Lisieux, seguindo as indicações extraídas da obra “Doctoras de la Iglesia”, do Padre Antonio Royo Marín.

O primeiro conselho vem de Santa Teresa d'Ávila, que conseguiu progredir espiritualmente de uma forma extraordinária mesmo não tendo diretores espirituais satisfatórios. Na época dela, havia a convicção de que quando a pessoa crescia espiritualmente deveria deixar de lado a reflexão sobre a humanidade de Cristo, sua Paixão, o quanto Ele nos amou, enfim, a meditação concreta sobre o Evangelho. Para eles, quanto mais alto o nível de vida mística, maior deveria ser a contemplação da Trindade.


Santo Antão, O Pai dos Monges

Santo Antão Abade

Fundador da vida monástica

Sua vida foi extraordinária, tendo ele lutado contra o demônio e praticado as mais rudes penitências; reuniu os primeiros solitários do Egito, sendo procurado por santos, reis e imperadores



Em Coma, pequena vila perdida na região de Heracléia (no alto Egito), veio à luz no ano 251 aquele que foi chamado a ser um luzeiro da Igreja por mais de um século. Antão era filho de pais nobres e religiosos que foram também seus mestres, para que o menino não se contaminasse com o paganismo das escolas públicas. Santo Atanásio, primeiro biógrafo e admirador de Antão, afirma que ele não aprendeu as “belas letras”, isto é, as ciências dos gregos, mas que amava muito a leitura. Santo Agostinho chega a dizer que Antão simplesmente não aprendeu a ler, e que toda sua sabedoria e ciência foram favores divinos.

Protegido desse modo no recanto de um lar cristão e nobre, Antão passou sua infância e juventude em grande inocência de vida. Religioso, respeitoso, afável, obediente, era o consolo dos pais.

Aos 20 anos, com o falecimento destes, herdou sua herança, que entretanto não o tornou feliz, porque, mais inclinado para as coisas celestes, só pensava em como melhor servir a Deus.

Certo dia ouviu na igreja as palavras de nosso Divino Mestre ao jovem rico do Evangelho: “Se queres ser perfeito, vai, vende o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no Céu; e depois vem, e segue-me” (Mt 19, 21). Essas palavras, que ouvira já tantas vezes, adquiriram um novo significado para ele, e pareceram ser-lhe diretamente dirigidas. Voltando para casa, vendeu o que tinha, distribuiu o produto aos pobres, não reservando senão o indispensável para ele e uma irmã mais nova se manterem.

Estava tudo feito? Não, isso ainda não era o mais perfeito. Voltando à igreja, ouviu outras palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Não vos preocupeis com o dia de amanhã” (Mt 6, 34). Antão deu-se conta de que não dera tudo, era preciso ser mais radical. Recomendou sua irmã a algumas virgens prudentes, despojou-se do que lhe restava e renunciou ao mundo.

Ininterrupta luta contra o demônio

Antão tentado pelo demônio
Naquele tempo não existiam ainda no Egito os numerosos mosteiros que depois encheram de santos suas solidões. Havia nos campos, perto das cidades, eremitas que viviam separados do povo, e por isso eram chamados de “monges” — quer dizer, “solitários” — e que eram consultados sempre que aparecia ocasião. Antão estabeleceu-se perto deles e começou a visitá-los, recolhendo de seu ensinamento tudo que era útil para sua alma. Assim, de um aprendia a humildade, de outro a paciência, de outro mais o espírito de penitência; e finalmente, de todos, o espírito de oração.

Foi quando o espírito do mal, adivinhando todo o bem que aquele jovem tão radical poderia fazer no futuro, começou, por especial permissão divina, como a Jó, a ininterrupta série de ataques que duraria toda sua vida, e que o tornariam célebre no combate ao demônio.


A história de uma alma



Santa Teresinha do Menino Jesus é um fenômeno espiritual extraordinário que abalou a França e a história da Igreja. Nascida em 2 de janeiro de 1873, em Alençon, ela experimentou o amor de Deus em sua vida desde muito pequena, por meio de seus pais, os bem-aventurados Luís Martin e Zélia Guérin. Desejosa de entregar-se totalmente a Deus, Teresa abraçou a vida religiosa e foi ali, no Carmelo de Lisieux, que ela escreveu a doutrina espiritual de sua "pequena via" e passou pela derradeira paixão de sua vida – uma tuberculose, que a levou muito cedo, em 30 de setembro de 1897.


Virgem Maria



A participação da fé de Maria Santíssima



Os verdadeiros devotos da Santíssima Virgem participam de sua fé pura, firme e inquebrantável
Em um capítulo do excelente Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, São Luís de Montfort fala sobre os "maravilhosos efeitos desta devoção na alma que lhe é fiel" . O santo francês enumera e explica as maravilhas que são operadas naquelas almas que, totalmente entregues a Nossa Senhora, cultivam esta devoção, esforçando-se por colocá-la em prática. Estes efeitos são percebidos, sobretudo, "na alma", já que a verdadeira devoção mariana é interior: "parte do espírito e do coração".
O primeiro efeito do qual fala São Luís é o conhecimento e desprezo de si mesmo. De fato,quanto mais nos aproximamos de Deus, especialmente por meio da oração, mais conhecemos o quanto somos fracos, miseráveis e indignos. Nesta devoção, a luz do Espírito Santo revela ao homem o seu "fundo mau", a sua "corrupção e incapacidade para todo bem". Escreve São Luís: "Considerar-te-ás como um caracol, que tudo estraga com a sua baba, ou como um sapo, que tudo envenena com a sua peçonha, ou como uma serpente maliciosa, que só procura enganar".

O Sacrifício da Missa


A GRANDEZA DO SANTO SACRIFÍCIO DA MISSA

I. É Jesus Cristo a vítima oferecida na Santa Missa

O Concílio de Trento (Sess. 22) diz da Santa Missa: “Devemos reconhecer que nenhum outro ato pode ser praticado pelos fiéis que seja tão santo como a celebração deste imenso mistério”. O próprio Deus todo-poderoso não pode fazer que exista uma ação mais sublime e santa do que o santo sacrifício da Missa. Este sacrifício de nossos altares sobrepassa imensamente todos os sacrifícios do Antigo Testamento, pois não são mais bois e cordeiros que são sacrificados, mas é o próprio Filho de Deus que se oferece em sacrifício. “O judeu tinha o animal para o sacrifício, o cristão tem Cristo”, escreve o venerável Pedro de Clugny; “seu sacrifício é, pois, tanto mais precioso, quanto mais acima de todos os sacrifícios dos judeus está Jesus Cristo”. E acrescenta que, “para os servos (isto é, para os judeus, no Antigo Testamento), não convinham outros animais senão aqueles que eram destinados ao serviço do homem; para os amigos e filhos foi Jesus Cristo reservado como cordeiro que nos livra do pecado e da morte eterna” (Ep. cont. Petrobr.). Tem, portanto, razão São Lourenço Justiniano, dizendo que não há sacrifício maior, mais portentoso e mais agradável a Deus do que o santo sacrifício da Missa (cfr. Sermo de Euch.).

S. João Crisóstomo diz que durante a Santa Missa o altar está circundado de anjos que aí se reúnem para adorar a Jesus Cristo que, nesse sacrifício sublime, é oferecido ao Pai celeste (De sac., 1, 6). Que cristão poderá duvidar, escreve S. Gregório (Dial. 4, c. 58), que os céus se abram à voz do sacerdote, durante esse Santo Sacrifício, e que coros de anjos assistam a esse sublime mistério de Jesus Cristo. S. Agostinho chega até a dizer que os anjos se colocam ao lado do sacerdote para servi-lo como ajudantes.



Pe. Rodrigo Maria

O que devemos fazer pela nossa salvação?   

    A razão de nossa caminhada cristã é uma só: Nós buscamos a união com Deus nos amor, nós buscamos a felicidade eterna, o CÉU... e tudo que fazemos aqui nessa terra tem que visar o conhecimento e a vivência da vontade de Deus em nossas vidas. 
    Jesus veio ao mundo para nos salvar, nos salvar do inferno, nos salvar da condenação eterna...

Inscrições para o Grupo de Evangelização Em Santidade

Salve Maria Puríssima!


Estão abertas as inscrições para o Grupo de Evangelização Em Santidade - Totus Tuus Mariae, venha conhecer nossa Espiritualidade!

Para Fazer a Inscrição, baixe aqui a ficha de inscrição e mande para o e-mail: 

robertmaria.jhs@gmail.com

Ou na secretaria da Paróquia Nossa Senhora da Assunção:
QNP 32/36 Módulo A Área Especial – Ceilândia Sul (Psul) / Brasília – DF
Fone: (61) 3377 8296

Nosso Carisma

Hoje somos orientados pelo Padre Moacyr Gondim, somos um Grupo Missionário Católico, consagrados à Santíssima Virgem Maria, pelo método e espiritualidade de São Luis Maria Grignion de Montfort.
Nosso principal carisma é ser viver a Santa Escravidão de Amor ensinada por São Luis no Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem Maria, nosso itinerário espiritual. Temos a Apologética (defesa da Fé Católica) como dever e missão. Também saímos em evangelização anunciando o Reino de Jesus Cristo por meio da Imaculada, "Ut adveniat regnum tuum, Iesus, adveniat regnum Mariae" (“Para que venha o Teu Reino, Ó Jesus, venha o Reino de Maria”), partilhamos e estudamos as Sagradas Escrituras, rezamos o Terço diário, o Santo Rosário aos sábados, e principalmente, adoramos Jesus Sacramentado, nosso Alimento de vida eterna.

Quando dizemos um "Grupo de Evangelização", não é só evangelização nas ruas, casas, outras comunidades. Primeiramente buscamos o conhecimento e a vivência daquilo que pregamos, pois como dizia o grande São Francisco de Assis: "Tome cuidado com a sua vida, talvez ela seja o único Evangelho que as pessoas tenham".

O que Fazemos:

v Reunimos-nos três vezes por semana, (Segunda, Quarta e Sábado);
v Reuniões com oração, reparação, adoração, partilha da Palavra, assuntos pendentes do grupo;
v Estudos, Filmes e Confraternizações;
v Vigílias, Retiros, Formações;
v Visitas aos orfanatos, casa de abrigos, obras com irmãos de rua, comunidades católicas, etc.


Onde Estamos:

O Grupo Em Santidade está na Paróquia Nossa Senhora da Assunção
QNP 32/36 Módulo A Área Especial – Ceilândia Sul (Psul) / Brasília – DF
v Segundas: 18:30hs
v Quartas: 19:00hs
v Sábados: 15h

Na Ficha de Inscrição, estará disponível as normas para entrar no Grupo.


"Se não arriscar algo por Deus, nada de grande se fará."
(São Luis Maria Grignion de Montfort)